Além da tomada

O Brasil está preparado para a era dos carros elétricos?

A eletrificação dos automóveis já ganhou escala no Brasil, mas sua expansão depende de uma cadeia muito maior que o próprio veículo.

Por @redacao
Veículo elétrico circula por rodovia brasileira cercado por infraestrutura de energia, indústria e recarga
Imagem gerada com IA

A eletrificação dos automóveis já deixou de ser uma tendência de nicho no país. Mas transformar crescimento de vendas em uma nova infraestrutura de mobilidade exige muito mais do que fabricar e vender veículos: depende de baterias, minerais, indústria, energia, recarga, redes elétricas e capacidade de investimento.

Durante muito tempo, discutir carros elétricos no Brasil significava falar principalmente sobre preço, autonomia e disponibilidade de modelos.

Essa discussão continua relevante. Mas já não é suficiente.

O mercado mudou de escala.

No primeiro semestre de 2026, foram emplacados 215.023 veículos leves eletrificados, alta de 125% sobre as 95.493 unidades registradas no mesmo período de 2025. A participação desse grupo chegou a 15,8% das vendas de veículos leves, arredondada pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) para 16%. Em junho, a participação mensal chegou a 18%, com 47.579 unidades vendidas. [1]

O número, porém, precisa ser interpretado corretamente.

A categoria utilizada pela ABVE inclui veículos 100% elétricos (BEV), híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais com tração elétrica (HEV e HEV Flex). Portanto, os 16% não significam que quase um sexto dos veículos vendidos no país já seja exclusivamente elétrico.

Ainda assim, o crescimento mostra que a eletrificação deixou de ocupar uma posição marginal no mercado automotivo brasileiro.

A pergunta, portanto, mudou.

Não é mais apenas se o consumidor brasileiro vai comprar veículos eletrificados.

A questão é se o país consegue construir, simultaneamente, a infraestrutura necessária para que uma frota cada vez maior possa circular.

A resposta é parcialmente positiva.

O Brasil reúne uma combinação particularmente favorável de recursos minerais, capacidade industrial, geração elétrica renovável e mercado consumidor. Também já possui regulamentação específica para a recarga de veículos elétricos.

Mas existem gargalos importantes.

E eles aparecem quando se observa a cadeia completa:

bateria → mineração → indústria → energia → carregamento → infraestrutura → consumidor.

A transição começa antes do carro

Um veículo elétrico é, em última análise, um sistema industrial sobre rodas.

Sua fabricação depende de uma cadeia de matérias-primas e componentes que começa muito antes da linha de montagem. Baterias de íons de lítio utilizam diferentes combinações de minerais, enquanto veículos elétricos também demandam materiais como cobre, alumínio e, em determinadas tecnologias, terras raras. [2]

A Agência Nacional de Mineração (ANM) destaca que um veículo elétrico demanda cerca de seis vezes mais minerais do que um veículo convencional. A comparação é importante porque evidencia uma característica estrutural da transição energética: reduzir a dependência de combustíveis fósseis não significa reduzir a importância dos recursos naturais. Significa mudar quais recursos são estratégicos. [2]

Nesse aspecto, o Brasil parte de uma posição relevante.

O país possui ocorrências e produção de diversos minerais associados à transição energética, incluindo lítio, níquel, manganês, grafita e cobre, além de potencial em terras raras.

Mas possuir o mineral não significa dominar a cadeia tecnológica.

Existe uma diferença econômica considerável entre extrair uma matéria-prima e transformá-la em produtos de maior valor agregado, como materiais para eletrodos, células, módulos e sistemas de armazenamento.

É justamente nessa distância que está uma das grandes oportunidades — e um dos riscos — da eletrificação brasileira.

O Brasil tem recursos. A questão é quanto valor consegue capturar

O Sumário Mineral Brasileiro 2025, da ANM, registra que a produção brasileira de lítio em 2024, medida em óxido de lítio contido (Li₂O), chegou a 25.979 toneladas, equivalente a 10,3% do total mundial considerado no levantamento. [3]

O dado não deve ser confundido com toneladas de lítio metálico. A própria ANM apresenta a estatística na forma de óxido de lítio contido, metodologia utilizada na comparação internacional daquele levantamento. [3]

Mais importante do que o número isolado é o que ele representa.

A demanda por minerais críticos está crescendo em razão de baterias, redes elétricas, energias renováveis e outras tecnologias. A ANM observa que a vulnerabilidade dessas cadeias não está necessariamente na escassez geológica, mas também na concentração da produção, do processamento e do refino em poucos países. [2][4]

Para o Brasil, isso abre duas possibilidades.

A primeira é ampliar a exportação de matérias-primas.

A segunda é utilizar a disponibilidade mineral como ponto de partida para desenvolver atividades industriais de maior valor agregado.

A segunda alternativa é economicamente mais interessante, mas também mais difícil.

Produzir baterias em escala exige tecnologia, capital, fornecedores especializados, pesquisa, mão de obra qualificada, infraestrutura industrial e integração a cadeias globais dominadas por grandes fabricantes.

Por isso, a discussão sobre carros elétricos também é uma discussão sobre política industrial.

A indústria brasileira já começou a se mover

O segundo elo da cadeia é a indústria.

O Brasil possui uma indústria automotiva consolidada, uma extensa rede de fornecedores e experiência na fabricação de veículos em escala. Essa estrutura representa uma vantagem importante diante de países que precisam construir praticamente toda a cadeia produtiva do zero.

Mas a eletrificação modifica profundamente o produto.

Um motor elétrico possui menos componentes móveis do que um motor de combustão. A bateria passa a ser um dos componentes centrais do veículo. Eletrônica de potência, sistemas de gerenciamento de bateria, software e componentes elétricos ganham importância.

Não se trata, portanto, apenas de substituir um motor.

É uma mudança na composição tecnológica do automóvel.

O Programa Mobilidade Verde e Inovação (MOVER), instituído pela Lei nº 14.902/2024, foi criado justamente para orientar a política industrial automotiva brasileira nessa direção, combinando requisitos de eficiência e descarbonização com estímulos à pesquisa, desenvolvimento, inovação e competitividade da indústria. [5]

E a mudança já pode ser observada nas fábricas.

A BYD iniciou a produção em Camaçari, na Bahia, em outubro de 2025. No início de 2026, a unidade já havia acumulado quase 20 mil veículos produzidos. O complexo foi projetado para atingir capacidade de até 300 mil veículos por ano em sua configuração anunciada. [6]

A empresa também começou a avançar na nacionalização de componentes. Em junho de 2026, a fábrica iniciou a validação de uma linha local para produção do Cross Car Beam, estrutura que anteriormente era importada já montada. [7]

A GWM, por sua vez, inaugurou em agosto de 2025 sua unidade em Iracemápolis (SP), com capacidade anunciada de 50 mil veículos por ano e foco inicial em modelos híbridos. [8]

Outro movimento ocorre no Ceará. A Planta Automotiva do Ceará, em Horizonte, iniciou operações com a General Motors e tem o Chevrolet Spark EUV, 100% elétrico, como primeiro modelo anunciado para produção local. A primeira fase utiliza montagem SKD, com peças importadas, enquanto a planta foi projetada para evoluir sua nacionalização. [9]

Esses movimentos não significam que o Brasil já tenha uma cadeia completa de veículos elétricos.

Significam algo diferente — e importante: a produção local de veículos eletrificados deixou de ser apenas uma possibilidade e começou a ganhar escala industrial.

A energia é uma vantagem brasileira

É provavelmente neste ponto que o Brasil apresenta uma de suas maiores vantagens estruturais.

A eletrificação do transporte desloca parte do consumo energético dos combustíveis líquidos para a eletricidade.

Para um país com uma matriz elétrica predominantemente renovável, essa mudança pode produzir benefícios que vão além da substituição tecnológica do automóvel.

Segundo o Balanço Energético Nacional 2026, a participação das fontes renováveis na matriz elétrica brasileira chegou a 86,8% em 2025. Eólica e solar fotovoltaica, juntas, responderam por 26,4% da geração de eletricidade naquele ano. [10]

A geração solar fotovoltaica chegou a 88,1 TWh, enquanto a geração eólica alcançou 116,5 TWh. A capacidade instalada também continuou crescendo. [10]

Isso não significa que um veículo elétrico seja automaticamente um veículo de emissão zero.

A análise ambiental precisa considerar todo o ciclo de vida: mineração, fabricação da bateria, produção do veículo, geração da eletricidade, uso e destinação final.

Mas a matriz brasileira oferece uma condição particularmente favorável para reduzir as emissões associadas à etapa de utilização.

Existe ainda outro aspecto.

A demanda adicional de eletricidade provocada pela eletrificação dos veículos é relevante, mas precisa ser analisada em escala de sistema.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta que a demanda de eletricidade associada aos veículos elétricos passe de 627 GWh em 2025 para 7,8 TWh em 2035. No mesmo cenário, a demanda por baterias passaria de 7,1 GWh para 19,7 GWh. [11]

O desafio, portanto, não é simplesmente gerar eletricidade.

É disponibilizá-la no lugar certo, no momento certo e com a capacidade de potência necessária.

E isso nos leva ao ponto mais concreto da transformação.

O carro pode estar na garagem. A rede precisa estar na rua

Para quem possui uma vaga e consegue instalar um carregador residencial, a experiência pode ser relativamente simples.

Para quem depende da infraestrutura pública, a situação é diferente.

Em maio de 2026, o Brasil tinha 25.429 pontos públicos e semipúblicos de recarga, segundo levantamento da ABVE em parceria com a Tupi. Em fevereiro, eram 21.060. Em apenas três meses, a rede cresceu 20,7%. [12]

O crescimento foi acompanhado por uma expansão ainda mais rápida dos carregadores de corrente contínua, utilizados em operações de recarga rápida. Esse segmento cresceu 33% no período analisado. [12]

O número é expressivo.

Mas quantidade, isoladamente, não determina a qualidade de uma rede de recarga.

É necessário considerar localização, potência, disponibilidade, confiabilidade, tempo de carregamento e capacidade da rede elétrica à qual cada estação está conectada.

Um país não está preparado para veículos elétricos simplesmente porque possui milhares de eletropostos.

É preciso que esses pontos formem uma rede funcional.

Em viagens de longa distância, essa diferença se torna ainda mais evidente.

A pergunta deixa de ser:

“Existe um carregador?”

E passa a ser:

“Existem carregadores suficientes, rápidos e confiáveis ao longo de toda a rota?”

Essa é uma questão de infraestrutura.

A ANEEL já trata a recarga como parte do sistema elétrico

A infraestrutura de recarga também não está surgindo em um vazio regulatório.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, em 2018, a primeira regulamentação específica sobre recarga de veículos elétricos, por meio da Resolução Normativa nº 819/2018. A norma foi posteriormente substituída pela Resolução Normativa nº 1.000/2021, que consolidou as regras de prestação do serviço de distribuição de energia elétrica e incorporou as disposições relacionadas à instalação de recarga de veículos elétricos. [13]

A agência adotou uma regulamentação considerada mínima para a atividade.

A recarga pode ser realizada por qualquer interessado, inclusive para exploração comercial, com preços livremente negociados. A distribuidora também pode instalar estações de recarga em sua área de atuação. [13]

Essa arquitetura regulatória é importante porque permite que o mercado se desenvolva sem transformar cada estação de recarga em uma atividade dependente de uma estrutura estatal centralizada.

Mas a expansão da frota tende a aumentar a importância do planejamento elétrico.

Uma concentração elevada de veículos carregando simultaneamente em determinados locais ou horários pode exigir reforços na rede de distribuição, novos equipamentos e gerenciamento de carga.

Por outro lado, a própria flexibilidade da recarga pode representar uma oportunidade.

No futuro, sistemas de gerenciamento de demanda poderão deslocar parte da recarga para horários de menor consumo ou de maior disponibilidade de geração renovável.

Nesse cenário, o veículo deixa de ser apenas consumidor de eletricidade.

Passa a ser também um elemento de uma infraestrutura energética mais inteligente.

O consumidor ainda é o elo mais sensível

Toda essa cadeia precisa chegar a uma equação econômica que faça sentido para o consumidor.

O brasileiro não compra um veículo eletrificado apenas porque ele utiliza uma tecnologia diferente.

Ele compara preço, financiamento, autonomia, seguro, manutenção, disponibilidade de peças, valor de revenda e facilidade de recarga.

A oferta, entretanto, aumentou rapidamente.

Em 2025, a ABVE registrou 223.912 veículos leves eletrificados vendidos, sendo 181.542 deles plug-in — BEV e PHEV. A entidade também contabilizou cerca de 400 modelos eletrificados diferentes disponíveis no mercado naquele ano. [14]

Em 2026, o crescimento acelerou ainda mais.

As 215.023 unidades vendidas apenas no primeiro semestre já representam quase o mesmo volume de eletrificados vendido durante todo o ano de 2025. [1][14]

Essa expansão amplia a competição e tende a pressionar preços.

Mas também cria uma nova desigualdade potencial.

Quem possui garagem e infraestrutura elétrica adequada pode carregar o veículo em casa. Quem mora em edifícios sem estrutura preparada ou depende de carregadores públicos enfrenta uma experiência diferente.

A democratização da eletromobilidade, portanto, não depende apenas de carros mais baratos.

Depende também de acesso à infraestrutura de recarga.

O mapa da eletrificação será desigual

Esse ponto é particularmente relevante em um país continental.

A transição não ocorrerá de maneira homogênea.

Grandes centros urbanos, regiões de maior renda, corredores rodoviários e áreas próximas a polos industriais tendem a avançar primeiro. Regiões menos densas podem enfrentar custos maiores para implantação e manutenção de infraestrutura.

Isso cria um desafio para o planejamento nacional.

O veículo pode possuir autonomia suficiente para percorrer centenas de quilômetros, mas a ausência de carregadores em determinados trechos pode tornar a viagem menos previsível.

Por isso, a infraestrutura precisa acompanhar não apenas o número de veículos, mas também os fluxos de deslocamento.

Corredores rodoviários, cidades médias, regiões turísticas, centros logísticos e áreas metropolitanas precisam ser considerados dentro de uma mesma estratégia.

A expansão de eletropostos não é, portanto, apenas uma questão comercial.

É também uma questão de planejamento territorial.

A bateria também será uma questão de infraestrutura

Existe ainda uma etapa que costuma desaparecer das discussões sobre veículos elétricos:

o que acontece com a bateria depois de sua primeira vida útil?

Uma bateria que já não oferece desempenho adequado para um automóvel pode, dependendo de suas condições, encontrar aplicações em sistemas estacionários de armazenamento.

Depois disso, existe a possibilidade de recuperação de materiais.

A expansão da frota elétrica ainda está em uma fase relativamente inicial no Brasil. Isso significa que o país tem uma janela de oportunidade para estruturar antecipadamente mecanismos de rastreabilidade, reutilização, desmontagem e reciclagem de baterias de alta capacidade.

A lógica é semelhante à que ocorre com outras cadeias industriais.

Quanto maior o volume de veículos, maior será a quantidade de baterias que chegará ao fim de sua primeira utilização.

A infraestrutura de saída precisa começar a ser planejada antes que o problema se torne grande.

O Brasil tem energia. Mas isso não significa que esteja pronto

É possível resumir o cenário em uma distinção fundamental.

O Brasil possui condições estruturais para eletrificar uma parcela crescente de sua frota.

O país tem uma matriz elétrica predominantemente renovável, recursos minerais relevantes, indústria automotiva, capacidade de geração e um mercado consumidor em rápida expansão.

As vendas estão crescendo em ritmo acelerado. A produção local começou. A infraestrutura de recarga já ultrapassa 25 mil pontos. E a regulamentação básica da atividade está estabelecida. [1][6][10][12][13]

Mas isso não significa que o país esteja plenamente preparado para uma eletrificação em massa.

Ainda é necessário ampliar e distribuir melhor a rede de recarga, reforçar a integração entre carregadores e distribuidoras, desenvolver fornecedores nacionais, aumentar a capacidade tecnológica da indústria, avançar na transformação mineral e estruturar mecanismos para a segunda vida e a reciclagem das baterias.

Existe ainda uma questão estratégica.

Se o Brasil apenas importar parte relevante da tecnologia, exportar minerais e consumir os produtos de maior valor agregado fabricados em outros países, a eletrificação poderá modernizar a mobilidade sem produzir todo o benefício industrial que a transformação permitiria.

Se conseguir avançar da mineração para a transformação mineral, da montagem para a engenharia, da importação de componentes para uma cadeia de fornecedores mais sofisticada e da simples instalação de eletropostos para uma infraestrutura energética inteligente, a transição poderá representar algo maior.

Poderá ser também uma oportunidade de reindustrialização.

O verdadeiro teste começa agora

A primeira fase da eletrificação brasileira foi relativamente simples:

colocar veículos eletrificados nas ruas.

A próxima será muito mais complexa.

Será necessário conectar centenas de milhares — e, posteriormente, milhões — de veículos a uma infraestrutura que envolve mineração, indústria, geração e distribuição de energia, tecnologia, software, estradas, estacionamentos, condomínios e consumidores.

É por isso que a pergunta “o Brasil está preparado para os carros elétricos?” não pode ser respondida olhando apenas para o número de veículos vendidos.

O país está construindo as condições para a eletrificação, mas ainda está construindo a infraestrutura necessária para sustentá-la em escala nacional.

Essa diferença será decisiva.

Porque a era dos carros elétricos não será determinada apenas por quem fabricar o melhor automóvel.

Será determinada por quem conseguir construir, ao redor dele, a cadeia inteira.


Veredito editorial

O Brasil está parcialmente preparado — e possui vantagens estruturais relevantes.

A matriz elétrica renovável, os recursos minerais, a indústria automotiva, o crescimento da oferta de veículos eletrificados e a expansão da rede de recarga colocam o país em uma posição favorável.

Mas a transição ainda está em construção.

O principal desafio não é simplesmente produzir eletricidade suficiente para abastecer carros. É coordenar mineração, indústria, baterias, geração, distribuição, recarga, estradas, tecnologia e consumidor em uma mesma cadeia econômica.

A oportunidade brasileira está justamente aí.

A eletrificação pode ser apenas uma mudança na forma como os automóveis são movidos.

Ou pode funcionar como vetor de modernização industrial, energética e tecnológica.

A diferença dependerá de quanto dessa nova cadeia de valor o Brasil conseguirá construir dentro de suas próprias fronteiras.


Fontes e referências

[1] Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). De cada 100 veículos leves vendidos no Brasil no primeiro semestre, 16 foram eletrificados. 2026.

[2] Agência Nacional de Mineração (ANM). Minerais Críticos e Estratégicos.

[3] Agência Nacional de Mineração (ANM). Sumário Mineral Brasileiro 2025 — Lítio. 2025.

[4] Agência Nacional de Mineração (ANM). Por que a cadeia dos minerais críticos e estratégicos é considerada vulnerável?

[5] Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Programa Mobilidade Verde e Inovação (MOVER). 2024.

[6] Governo do Estado da Bahia. BYD retoma produção em Camaçari e chega a quase 20 mil veículos produzidos. 2026.

[7] Governo do Estado da Bahia. BYD avança na nacionalização da produção em Camaçari. 2026.

[8] Prefeitura de Iracemápolis. GWM inaugura planta em Iracemápolis. 2026.

[9] Governo do Estado do Ceará. Primeira planta automotiva multimarcas do Brasil inicia operações com a General Motors. 8 set. 2025.

[10] Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Balanço Energético Nacional 2026. 2026.

[11] Empresa de Pesquisa Energética (EPE). PDE 2035 — Caderno de Eletromobilidade. 2025.

[12] Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e Tupi. Recarga rápida (DC) cresce 33% em três meses e puxa a expansão da rede. 2026.

[13] Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Veículos Elétricos — Regulamentação da recarga de veículos elétricos.

[14] Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Eletrificados crescem dez vezes mais do que o conjunto do mercado e vendas chegam a 224 mil veículos em 2025. 2026.

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